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	<title>Planos de Saúde - Consultoria Grátis &#187; Sem categoria</title>
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	<description>A melhor solução para planos de saúde empresariais, familiares, individuais, associações e odontológicos. Ligue agora para nossa Central de Atendimento: 11 3416-2121</description>
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		<title>ANS chama operadoras para assumir clientes da Avimed</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 00:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Díario Oficial da União, três editais de convocação para operadoras de planos de saúde interessadas em assumir a carteira de associados da Avimed. Dessa vez, a novidade é a possibilidade que a agência abriu das operadoras optarem por assumir grupos de beneficiários, os quais foram divididos em três regiões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Díario Oficial da União, três editais de convocação para operadoras de planos de saúde interessadas em assumir a carteira de associados da Avimed. Dessa vez, a novidade é a possibilidade que a agência abriu das operadoras optarem por assumir grupos de beneficiários, os quais foram divididos em três regiões</p>
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		<title>A partir de 4ª mudança de plano não vai zerar carência</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 18:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir da próxima quarta-feira, dia 15 de abril, quem resolver mudar de plano de saúde vai poder portar a carência do plano em que está. Assim os prazos de carência já cumpridos não serão zerados. A medida vale para os contratos fechados após janeiro de 1999. Para pedir a transferência para um novo plano &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/a-partir-de-4%c2%aa-mudanca-de-plano-nao-vai-zerar-carencia/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da próxima quarta-feira, dia 15 de abril, quem resolver mudar de plano de saúde vai poder portar a carência do plano em que está. Assim os prazos de carência já cumpridos não serão zerados. </p>
<p>A medida vale para os contratos fechados após janeiro de 1999. Para pedir a transferência para um novo plano é preciso fazer parte do antigo há pelo menos dois anos. Também tem que estar em dia com a mensalidade. </p>
<p>A mudança só pode acontecer entre o mês de aniversário do contrato e o seguinte. Ou seja, apenas dois meses a cada ano. É preciso que o plano escolhido tenha as mesmas características do antigo. <br />(Com informações do portal G1)<br /><a href="http://www.seuseguro.com/faleConosco.aspx"><strong>Você precisa trocar seu plano de saúde click aqui.</strong></a></p>
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		<title>Carência em plano de saúde não é considerado argumento para não realização de cirurgia bariatrica.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 16:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cooperativa de trabalho médico Unimed Cuiabá deverá pagar R$ 12.751,95, a título de indenização por danos morais, e R$ 4.250,65, por danos materiais, por ter se recusado a conceder a uma cooperada autorização para realização de cirurgia de obesidade mórbida devido à carência do plano de saúde e por ter considerado a patologia como &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/carencia-em-plano-de-saude-nao-e-considerado-argumento-para-nao-realizacao-de-cirurgia-bariatrica/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cooperativa de trabalho médico <a href="http://www.seuseguro.com/unimed.aspx">Unimed</a> Cuiabá deverá pagar R$ 12.751,95, a título de indenização por danos morais, e R$ 4.250,65, por danos materiais, por ter se recusado a conceder a uma cooperada autorização para realização de cirurgia de obesidade mórbida devido à carência do plano de saúde e por ter considerado a patologia como doença preexistente. O recurso, interposto pela cooperativa, foi parcialmente atendido pela Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso apenas em relação à correção monetária pelos danos materiais, que deverá incidir a partir da data em que o débito foi atualizado pela apelada, sob pena de dupla incidência dos encargos. Com relação aos danos morais, a atualização deverá incidir a partir da sentença. <br />Fonte <br />O Documento.</p>
<p>Você precisa de um <strong>plano de saúde </strong>acesse <a href="http://www.seuseguro.com/">www.seuseguro.com</a></p>
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		<title>Plano de saúde antigo deixa 11 milhões sem amparo</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 16:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos dos 11,1 milhões de usuários dos chamados planos antigos, convênios médicos assinados antes da Lei 9.656, de 1998, a dos planos de saúde, não conseguem aprovação para tratamentos e são obrigados a encarar aumentos surpresa e brigas judiciais. O número de clientes que contrataram serviços antes de 1999, quando a lei entrou em vigor, &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/plano-de-saude-antigo-deixa-11-milhoes-sem-amparo/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos dos 11,1 milhões de usuários dos chamados planos antigos, <strong>convênios médicos assinados antes da Lei 9.656</strong>, de 1998, a dos planos de saúde, não conseguem aprovação para tratamentos e são obrigados a encarar aumentos surpresa e brigas judiciais. O número de clientes que contrataram serviços antes de 1999, quando a lei entrou em vigor, correspondia a mais da metade do total de usuários há cerca de quatro anos. O porcentual diminuiu, mas representa ainda 27% dos beneficiários de <strong>convênios médicos</strong> no País, um contingente que tem ficado de fora de todas as recentes melhorias anunciadas para o setor, como a cobertura de novas tecnologias e o direito à portabilidade, que é poder mudar de planos sem ter de cumprir novas carências (prazo em que alguns procedimentos não são cobertos).<br />“Ainda é um contingente muito importante e com um perfil muito mais idoso do que o restante”, afirma o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Fausto Pereira dos Santos. De acordo com dados da agência, do total de planos antigos, 18,7% são de pessoas com 60 anos ou mais. Outro cruzamento de dados da agência mostra que, entre as 722,6 mil pessoas com 80 anos ou mais que têm convênios médicos, 50,3% têm planos antigos. A agência afirma estar de mãos amarradas desde 2003, quando o Supremo Tribunal Federal concedeu uma liminar à Confederação Nacional de Saúde suspendendo a aplicabilidade de pontos da lei sobre planos anteriores a ela. Além disso, o plano de incentivo para que usuários migrassem para contratos novos ou adaptassem pontos dos acordos, lançado no fim de 2003, fracassou &#8211; menos de 2% migraram para contratos novos, por exemplo. O insucesso decorreu principalmente dos altos custos e de discordâncias entre as empresas e a ANS sobre os reajustes.<br />Entidades de defesa dos consumidores alertam que a questão é urgente.“Essas pessoas vivem do Judiciário e da atuação dos Procons”, afirma Renata Molina, técnica do Procon de São Paulo, que destaca que apesar de os usuários terem por lei o direito de trocar para um plano novo ou adaptar alguns pontos a qualquer tempo, os preços são muito altos. “Algo tem de ser proposto, não podemos ficar esperando que esses planos sejam extintos porque as pessoas desistiram ou porque morreram”, diz. Solange Mendes, diretora da Fenasaúde, entidade que reúne as principais empresas do setor, diz que as operadoras também são favoráveis a um impulso à adaptação dos contratos por causa das frequentes vitórias dos consumidores na Justiça. “A gestão desses planos é problemática, eles não amparam cobertura, mas a Justiça concede à revelia e vira um ciclo”, reconhece. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>Lei que regulamenta os planos de saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LEI Nº 9.656, DE 03 DE JUNHO DE 1998.MEDIDA PROVISÓRIA N.º 2.177- 44, DE 24 DE AGOSTO DE 2001.Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:Art. 1º Submetem-se às disposições desta Lei as pessoas jurídicas de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/lei-que-regulamenta-os-planos-de-saude/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LEI Nº 9.656, DE 03 DE JUNHO DE 1998.<br />MEDIDA PROVISÓRIA N.º 2.177- 44, DE 24 DE AGOSTO DE 2001.<br />Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.<br />O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<br />Art. 1º Submetem-se às disposições desta Lei as pessoas jurídicas de direito privado que operam planos de assistência à saúde, sem prejuízo do cumprimento da legislação específica que rege a sua atividade, adotando-se, para fins de aplicação das normas aqui estabelecidas, as seguintes definições:<br />I – Plano Privado de Assistência à Saúde: prestação continuada de serviços ou cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós estabelecido, por prazo indeterminado, com a finalidade de garantir, sem limite financeiro, a assistência à saúde, pela faculdade de acesso e atendimento por profissionais ou serviços de saúde, livremente escolhidos, integrantes ou não de rede credenciada, contratada ou referenciada, visando a assistência médica, hospitalar e odontológica, a ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada, mediante reembolso ou pagamento direto ao prestador, por conta e ordem do consumidor;<br />II – Operadora de Plano de Assistência à Saúde: pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, ou entidade de autogestão, que opere produto, serviço ou contrato de que trata o inciso I deste artigo;<br />III – Carteira: o conjunto de contratos de cobertura de custos assistenciais ou de serviços de assistência à saúde em qualquer das modalidades de que tratam o inciso I e o § 1º deste artigo, com todos os direitos e obrigações nele contidos.<br />§ 1º Está subordinada às normas e à fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS qualquer modalidade de produto, serviço e contrato que apresente, além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência médica, hospitalar e odontológica, outras características que o diferencie de atividade exclusivamente financeira, tais como:<br />a) custeio de despesas;<br />b) oferecimento de rede credenciada ou referenciada;<br />c) reembolso de despesas;<br />d) mecanismos de regulação;<br />e) qualquer restrição contratual, técnica ou operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por prestador escolhido pelo consumidor; e<br />f) vinculação de cobertura financeira à aplicação de conceitos ou critérios médico-assistenciais.<br />§ 2º Incluem-se na abrangência desta Lei as cooperativas que operem os produtos de que tratam o inciso I e o § 1º deste artigo, bem assim as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência à saúde, pela modalidade de autogestão ou de administração.<br />§ 3º As pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior podem constituir ou participar do capital, ou do aumento do capital, de pessoas jurídicas de direito privado constituídas sob as leis brasileiras para operar planos de assistência à saúde.<br />§ 4º É vedada às pessoas físicas a operação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1º deste artigo.<br />Art. 2º. Revogado<br />Art. 3º. Revogado<br />Art. 4º. Revogado<br />Art. 5º. Revogado<br />Art. 6º. Revogado<br />Art. 7º. Revogado<br />Art. 8º Para obter a autorização de funcionamento, as operadoras de planos privados de assistência à saúde devem satisfazer os seguintes requisitos, independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS:<br />I – registro nos Conselhos Regionais de Medicina e Odontologia, conforme o caso, em cumprimento ao disposto no art. 1º da Lei nº 6.839, de 30 de outubro de 1980;<br />II – descrição pormenorizada dos serviços de saúde próprios oferecidos e daqueles a serem prestados por terceiros;<br />III – descrição de suas instalações e equipamentos destinados a prestação de serviços;<br />IV – especificação dos recursos humanos qualificados e habilitados, com responsabilidade técnica de acordo com as leis que regem a matéria;<br />V – demonstração da capacidade de atendimento em razão dos serviços a serem prestados;<br />VI – demonstração da viabilidade econômico-financeira dos planos privados de assistência à saúde oferecidos, respeitadas as peculiaridades operacionais de cada uma das respectivas operadoras;<br />VII – especificação da área geográfica coberta pelo plano privado de assistência à saúde.<br />§ 1o São dispensadas do cumprimento das condições estabelecidas nos incisos VI e VII deste artigo as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência privada à saúde na modalidade de autogestão, citadas no § 2o do art. 1o.<br />§ 2o A autorização de funcionamento será cancelada caso a operadora não comercialize os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, no prazo máximo de cento e oitenta dias a contar do seu registro na ANS.<br />§ 3o As operadoras privadas de assistência à saúde poderão voluntariamente requerer autorização para encerramento de suas atividades, observando os seguintes requisitos, independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS:<br />a) comprovação da transferência da carteira sem prejuízo para o consumidor, ou a inexistência de beneficiários sob sua responsabilidade;<br />b) garantia da continuidade da prestação de serviços dos beneficiários internados ou em tratamento;<br />c) comprovação da quitação de suas obrigações com os prestadores de serviço no âmbito da operação de planos privados de assistência à saúde;<br />d) informação prévia à ANS, aos beneficiários e aos prestadores de serviço contratados, credenciados ou referenciados, na forma e nos prazos a serem definidos pela ANS.<br />Art. 9o Após decorridos cento e vinte dias de vigência desta Lei, para as operadoras, e duzentos e quarenta dias, para as administradoras de planos de assistência à saúde, e até que sejam definidas pela ANS, as normas gerais de registro, as pessoas jurídicas que operam os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, e observado o que dispõe o art. 19, só poderão comercializar estes produtos se:<br />I &#8211; as operadoras e administradoras estiverem provisoriamente cadastradas na ANS; e<br />II &#8211; os produtos a serem comercializados estiverem registrados na ANS.<br />§ 1o O descumprimento das formalidades previstas neste artigo, além de configurar infração, constitui agravante na aplicação de penalidades por infração das demais normas previstas nesta Lei.<br />§ 2o A ANS poderá solicitar informações, determinar alterações e promover a suspensão do todo ou de parte das condições dos planos apresentados.<br />§ 3o A autorização de comercialização será cancelada caso a operadora não comercialize os planos ou os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, no prazo máximo de cento e oitenta dias a contar do seu registro na ANS.<br />§ 4o A ANS poderá determinar a suspensão temporária da comercialização de plano ou produto caso identifique qualquer irregularidade contratual, econômico-financeira ou assistencial.<br />Art. 10. É instituído o plano-referência de assistência à saúde, com cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar, compreendendo partos e tratamentos, realizados exclusivamente no Brasil, com padrão de enfermaria, centro de terapia intensiva, ou similar, quando necessária a internação hospitalar, das doenças listadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, da Organização Mundial de Saúde, respeitadas as exigências mínimas estabelecidas no art. 12 desta Lei, exceto:<br />I &#8211; tratamento clínico ou cirúrgico experimental;<br />II &#8211; procedimentos clínicos ou cirúrgicos para fins estéticos, bem como órteses e próteses para o mesmo fim;<br />III &#8211; inseminação artificial;<br />IV &#8211; tratamento de rejuvenescimento ou de emagrecimento com finalidade estética;<br />V &#8211; fornecimento de medicamentos importados não nacionalizados;<br />VI &#8211; fornecimento de medicamentos para tratamento domiciliar;<br />VII &#8211; fornecimento de próteses, órteses e seus acessórios não ligados ao ato cirúrgico;<br />VIII – Revogado<br />IX &#8211; tratamentos ilícitos ou antiéticos, assim definidos sob o aspecto médico, ou não reconhecidos pelas autoridades competentes;<br />X &#8211; casos de cataclismos, guerras e comoções internas, quando declarados pela autoridade competente.<br />§ 1o As exceções constantes dos incisos deste artigo serão objeto de regulamentação pela ANS.<br />§ 2o As pessoas jurídicas que comercializam produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei oferecerão, obrigatoriamente, a partir de 3 de dezembro de 1999, o plano-referência de que trata este artigo a todos os seus atuais e futuros consumidores.<br />§ 3o Excluem-se da obrigatoriedade a que se refere o § 2o deste artigo as pessoas jurídicas que mantêm sistemas de assistência à saúde pela modalidade de autogestão e as pessoas jurídicas que operem exclusivamente planos odontológicos.<br />§ 4o A amplitude das coberturas, inclusive de transplantes e de procedimentos de alta complexidade, será definida por normas editadas pela ANS.<br />Art. 10-A. Cabe às operadoras definidas nos incisos I e II do § 1o do art. 1o desta Lei, por meio de sua rede de unidades conveniadas, prestar serviço de cirurgia plástica reconstrutiva de mama, utilizando-se de todos os meios e técnicas necessárias, para o tratamento de mutilação decorrente de utilização de técnica de tratamento de câncer. (Artigo incluído pela Lei nº 10.223, de 15.5.2001)<br />Art. 11. É vedada a exclusão de cobertura às doenças e lesões preexistentes à data de contratação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei após vinte e quatro meses de vigência do aludido instrumento contratual, cabendo à respectiva operadora o ônus da prova e da demonstração do conhecimento prévio do consumidor ou beneficiário.<br />Parágrafo único. É vedada a suspensão da assistência à saúde do consumidor ou beneficiário, titular ou dependente, até a prova de que trata o caput, na forma da regulamentação a ser editada pela ANS.<br />Art. 12. São facultadas a oferta, a contratação e a vigência dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, nas segmentações previstas nos incisos I a IV deste artigo, respeitadas as respectivas amplitudes de cobertura definidas no plano-referência de que trata o art. 10, segundo as seguintes exigências mínimas:<br />I &#8211; quando incluir atendimento ambulatorial:<br />a) cobertura de consultas médicas, em número ilimitado, em clínicas básicas e especializadas, reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina;<br />b) cobertura de serviços de apoio diagnóstico, tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais, solicitados pelo médico assistente;<br />II &#8211; quando incluir internação hospitalar:<br />a) cobertura de internações hospitalares, vedada a limitação de prazo, valor máximo e quantidade, em clínicas básicas e especializadas, reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina, admitindo-se a exclusão dos procedimentos obstétricos;<br />b) cobertura de internações hospitalares em centro de terapia intensiva, ou similar, vedada a limitação de prazo, valor máximo e quantidade, a critério do médico assistente;<br />c) cobertura de despesas referentes a honorários médicos, serviços gerais de enfermagem e alimentação;<br />d) cobertura de exames complementares indispensáveis para o controle da evolução da doença e elucidação diagnóstica, fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões e sessões de quimioterapia e radioterapia, conforme prescrição do médico assistente, realizados ou ministrados durante o período de internação hospitalar;<br />e) cobertura de toda e qualquer taxa, incluindo materiais utilizados, assim como da remoção do paciente, comprovadamente necessária, para outro estabelecimento hospitalar, dentro dos limites de abrangência geográfica previstos no contrato, em território brasileiro; e<br />f) cobertura de despesas de acompanhante, no caso de pacientes menores de dezoito anos;<br />III &#8211; quando incluir atendimento obstétrico:<br />a) cobertura assistencial ao recém-nascido, filho natural ou adotivo do consumidor, ou de seu dependente, durante os primeiros trinta dias após o parto;<br />b) inscrição assegurada ao recém-nascido, filho natural ou adotivo do consumidor, como dependente, isento do cumprimento dos períodos de carência, desde que a inscrição ocorra no prazo máximo de trinta dias do nascimento ou da adoção;<br />IV &#8211; quando incluir atendimento odontológico:<br />a) cobertura de consultas e exames auxiliares ou complementares, solicitados pelo odontólogo assistente;<br />b) cobertura de procedimentos preventivos, de dentística e endodontia;<br />c) cobertura de cirurgias orais menores, assim consideradas as realizadas em ambiente ambulatorial e sem anestesia geral;<br />V &#8211; quando fixar períodos de carência:<br />a) prazo máximo de trezentos dias para partos a termo;<br />b) prazo máximo de cento e oitenta dias para os demais casos;<br />c) prazo máximo de vinte e quatro horas para a cobertura dos casos de urgência e emergência;<br />VI &#8211; reembolso, em todos os tipos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, nos limites das obrigações contratuais, das despesas efetuadas pelo beneficiário com assistência à saúde, em casos de urgência ou emergência, quando não for possível a utilização dos serviços próprios, contratados, credenciados ou referenciados pelas operadoras, de acordo com a relação de preços de serviços médicos e hospitalares praticados pelo respectivo produto, pagáveis no prazo máximo de trinta dias após a entrega da documentação adequada;<br />VII &#8211; inscrição de filho adotivo, menor de doze anos de idade, aproveitando os períodos de carência já cumpridos pelo consumidor adotante.<br />§ 1o Após cento e vinte dias da vigência desta Lei, fica proibido o oferecimento de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei fora das segmentações de que trata este artigo, observadas suas respectivas condições de abrangência e contratação.<br />§ 2o A partir de 3 de dezembro de 1999, da documentação relativa à contratação de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, nas segmentações de que trata este artigo, deverá constar declaração em separado do consumidor, de que tem conhecimento da existência e disponibilidade do plano referência, e de que este lhe foi oferecido.<br />§ 3o Revogado<br />Art. 13. Os contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei têm renovação automática a partir do vencimento do prazo inicial de vigência, não cabendo a cobrança de taxas ou qualquer outro valor no ato da renovação.<br />Parágrafo único. Os produtos de que trata o caput, contratados individualmente, terão vigência mínima de um ano, sendo vedadas:<br />I &#8211; a recontagem de carências;<br />II &#8211; a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato, salvo por fraude ou não-pagamento da mensalidade por período superior a sessenta dias, consecutivos ou não, nos últimos doze meses de vigência do contrato, desde que o consumidor seja comprovadamente notificado até o qüinquagésimo dia de inadimplência; e<br />III &#8211; a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato, em qualquer hipótese, durante a ocorrência de internação do titular.<br />Art. 14. Em razão da idade do consumidor, ou da condição de pessoa portadora de deficiência, ninguém pode ser impedido de participar de planos privados de assistência à saúde.<br />Art. 15. A variação das contraprestações pecuniárias estabelecidas nos contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, em razão da idade do consumidor, somente poderá ocorrer caso estejam previstas no contrato inicial as faixas etárias e os percentuais de reajustes incidentes em cada uma delas, conforme normas expedidas pela ANS, ressalvado o disposto no art. 35-E.<br />Parágrafo único. É vedada a variação a que alude o caput para consumidores com mais de sessenta anos de idade, que participarem dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o, ou sucessores, há mais de dez anos.<br />Art. 16. Dos contratos, regulamentos ou condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei devem constar dispositivos que indiquem com clareza:<br />I &#8211; as condições de admissão;<br />II &#8211; o início da vigência;<br />III &#8211; os períodos de carência para consultas, internações, procedimentos e exames;<br />IV &#8211; as faixas etárias e os percentuais a que alude o caput do art. 15;<br />V &#8211; as condições de perda da qualidade de beneficiário;<br />VI &#8211; os eventos cobertos e excluídos;<br />VII &#8211; o regime, ou tipo de contratação:<br />a) individual ou familiar;<br />b) coletivo empresarial; ou<br />c) coletivo por adesão;<br />VIII &#8211; a franquia, os limites financeiros ou o percentual de co-participação do consumidor ou beneficiário, contratualmente previstos nas despesas com assistência médica, hospitalar e odontológica;<br />IX &#8211; os bônus, os descontos ou os agravamentos da contraprestação pecuniária;<br />X &#8211; a área geográfica de abrangência;<br />XI &#8211; os critérios de reajuste e revisão das contraprestações pecuniárias.<br />XII &#8211; número de registro na ANS.<br />Parágrafo único. A todo consumidor titular de plano individual ou familiar será obrigatoriamente entregue, quando de sua inscrição, cópia do contrato, do regulamento ou das condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o, além de material explicativo que descreva, em linguagem simples e precisa, todas as suas características, direitos e obrigações.<br />§ 2o Revogado<br />Art. 17. A inclusão como contratados, referenciados ou credenciados dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, de qualquer entidade hospitalar, implica compromisso para com os consumidores quanto à sua manutenção ao longo da vigência dos contratos.<br />§ 1o É facultada a substituição de entidade hospitalar, a que se refere o caput deste artigo, desde que por outro equivalente e mediante comunicação aos consumidores e à ANS com trinta dias de antecedência, ressalvados desse prazo mínimo os casos decorrentes de rescisão por fraude ou infração das normas sanitárias e fiscais em vigor.<br />§ 2o Na hipótese de a substituição do estabelecimento hospitalar a que se refere o § 1o ocorrer por vontade da operadora durante período de internação do consumidor, o estabelecimento obriga-se a manter a internação e a operadora, a pagar as despesas até a alta hospitalar, a critério médico, na forma do contrato.<br />§ 3o Excetuam-se do previsto no § 2o os casos de substituição do estabelecimento hospitalar por infração às normas sanitárias em vigor, durante período de internação, quando a operadora arcará com a responsabilidade pela transferência imediata para outro estabelecimento equivalente, garantindo a continuação da assistência, sem ônus adicional para o consumidor.<br />§ 4o Em caso de redimensionamento da rede hospitalar por redução, as empresas deverão solicitar à ANS autorização expressa para tanto, informando:<br />I &#8211; nome da entidade a ser excluída;<br />II &#8211; capacidade operacional a ser reduzida com a exclusão;<br />III &#8211; impacto sobre a massa assistida, a partir de parâmetros definidos pela ANS, correlacionando a necessidade de leitos e a capacidade operacional restante; e<br />IV &#8211; justificativa para a decisão, observando a obrigatoriedade de manter cobertura com padrões de qualidade equivalente e sem ônus adicional para o consumidor.<br />Art. 18. A aceitação, por parte de qualquer prestador de serviço ou profissional de saúde, da condição de contratado, credenciado ou cooperado de uma operadora de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, implicará as seguintes obrigações e direitos:<br />I &#8211; o consumidor de determinada operadora, em nenhuma hipótese e sob nenhum pretexto ou alegação, pode ser discriminado ou atendido de forma distinta daquela dispensada aos clientes vinculados a outra operadora ou plano;<br />II &#8211; a marcação de consultas, exames e quaisquer outros procedimentos deve ser feita de forma a atender às necessidades dos consumidores, privilegiando os casos de emergência ou urgência, assim como as pessoas com mais de sessenta e cinco anos de idade, as gestantes, lactantes, lactentes e crianças até cinco anos;<br />III &#8211; a manutenção de relacionamento de contratação, credenciamento ou referenciamento com número ilimitado de operadoras, sendo expressamente vedado às operadoras, independente de sua natureza jurídica constitutiva, impor contratos de exclusividade ou de restrição à atividade profissional.<br />Parágrafo único. A partir de 3 de dezembro de 1999, os prestadores de serviço ou profissionais de saúde não poderão manter contrato, credenciamento ou referenciamento com operadoras que não tiverem registros para funcionamento e comercialização conforme previsto nesta Lei, sob pena de responsabilidade por atividade irregular.<br />Art. 19. Para requerer a autorização definitiva de funcionamento, as pessoas jurídicas que já atuavam como operadoras ou administradoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, terão prazo de cento e oitenta dias, a partir da publicação da regulamentação específica pela ANS.<br />§ 1o Até que sejam expedidas as normas de registro, serão mantidos registros provisórios das pessoas jurídicas e dos produtos na ANS, com a finalidade de autorizar a comercialização ou operação dos produtos a que alude o caput, a partir de 2 de janeiro de 1999.<br />§ 2o Para o registro provisório, as operadoras ou administradoras dos produtos a que alude o caput deverão apresentar à ANS as informações requeridas e os seguintes documentos, independentemente de outros que venham a ser exigidos:<br />I &#8211; registro do instrumento de constituição da pessoa jurídica;<br />II &#8211; nome fantasia;<br />III &#8211; CNPJ;<br />IV &#8211; endereço;<br />V &#8211; telefone, fax e e-mail; e<br />VI &#8211; principais dirigentes da pessoa jurídica e nome dos cargos que ocupam.<br />§ 3o Para registro provisório dos produtos a serem comercializados, deverão ser apresentados à ANS os seguintes dados:<br />I &#8211; razão social da operadora ou da administradora;<br />II &#8211; CNPJ da operadora ou da administradora;<br />III &#8211; nome do produto;<br />IV &#8211; segmentação da assistência (ambulatorial, hospitalar com obstetrícia, hospitalar sem obstetrícia, odontológica e referência);<br />V &#8211; tipo de contratação (individual/familiar, coletivo empresarial e coletivo por adesão);<br />VI &#8211; âmbito geográfico de cobertura;<br />VII &#8211; faixas etárias e respectivos preços;<br />VIII &#8211; rede hospitalar própria por Município (para segmentações hospitalar e referência);<br />IX &#8211; rede hospitalar contratada ou referenciada por Município (para segmentações hospitalar e referência); e<br />X &#8211; outros documentos e informações que venham a ser solicitados pela ANS.<br />§ 4o Os procedimentos administrativos para registro provisório dos produtos serão tratados em norma específica da ANS.<br />§ 5o Independentemente do cumprimento, por parte da operadora, das formalidades do registro provisório, ou da conformidade dos textos das condições gerais ou dos instrumentos contratuais, ficam garantidos, a todos os usuários de produtos a que alude o caput, contratados a partir de 2 de janeiro de 1999, todos os benefícios de acesso e cobertura previstos nesta Lei e em seus regulamentos, para cada segmentação definida no art. 12.<br />§ 6o O não-cumprimento do disposto neste artigo implica o pagamento de multa diária no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) aplicada às operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o.<br />§ 7o As pessoas jurídicas que forem iniciar operação de comercialização de planos privados de assistência à saúde, a partir de 8 de dezembro de 1998, estão sujeitas aos registros de que trata o § 1o deste artigo.<br />Art. 20. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei são obrigadas a fornecer, periodicamente, à ANS todas as informações e estatísticas relativas as suas atividades, incluídas as de natureza cadastral, especialmente aquelas que permitam a identificação dos consumidores e de seus dependentes, incluindo seus nomes, inscrições no Cadastro de Pessoas Físicas dos titulares e Municípios onde residem, para fins do disposto no art. 32.<br />§ 1o Os agentes, especialmente designados pela ANS, para o exercício das atividades de fiscalização e nos limites por ela estabelecidos, têm livre acesso às operadoras, podendo requisitar e apreender processos, contratos, manuais de rotina operacional e demais documentos, relativos aos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei.<br />§ 2o Caracteriza-se como embaraço à fiscalização, sujeito às penas previstas na lei, a imposição de qualquer dificuldade à consecução dos objetivos da fiscalização, de que trata o § 1o deste artigo.<br />Art. 21. É vedado às operadoras de planos privados de assistência à saúde realizar quaisquer operações financeiras:<br />I &#8211; com seus diretores e membros dos conselhos administrativos, consultivos, fiscais ou assemelhados, bem como com os respectivos cônjuges e parentes até o segundo grau, inclusive;<br />II &#8211; com empresa de que participem as pessoas a que se refere o inciso I, desde que estas sejam, em conjunto ou isoladamente, consideradas como controladoras da empresa.<br />Art. 22. As operadoras de planos privados de assistência à saúde submeterão suas contas a auditores independentes, registrados no respectivo Conselho Regional de Contabilidade e na Comissão de Valores Mobiliários &#8211; CVM, publicando, anualmente, o parecer respectivo, juntamente com as demonstrações financeiras determinadas pela Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976.<br />§ 1o A auditoria independente também poderá ser exigida quanto aos cálculos atuariais, elaborados segundo diretrizes gerais definidas pelo CONSU.<br />§ 2o As operadoras com número de beneficiários inferior a vinte mil usuários ficam dispensadas da publicação do parecer do auditor e das demonstrações financeiras, devendo, a ANS, dar-lhes publicidade.<br />Art. 23. As operadoras de planos privados de assistência à saúde não podem requerer concordata e não estão sujeitas a falência ou insolvência civil, mas tão-somente ao regime de liquidação extrajudicial.<br />§ 1o As operadoras sujeitar-se-ão ao regime de falência ou insolvência civil quando, no curso da liquidação extrajudicial, forem verificadas uma das seguintes hipóteses:<br />I &#8211; o ativo da massa liquidanda não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos créditos quirografários;<br />II &#8211; o ativo realizável da massa liquidanda não for suficiente, sequer, para o pagamento das despesas administrativas e operacionais inerentes ao regular processamento da liquidação extrajudicial; ou<br />III &#8211; nas hipóteses de fundados indícios de condutas previstas nos arts. 186 a 189 do Decreto-Lei no 7.661, de 21 de junho de 1945.<br />§ 2o Para efeito desta Lei, define-se ativo realizável como sendo todo ativo que possa ser convertido em moeda corrente em prazo compatível para o pagamento das despesas administrativas e operacionais da massa liquidanda.<br />§ 3o À vista do relatório do liquidante extrajudicial, e em se verificando qualquer uma das hipóteses previstas nos incisos I, II ou III do § 1o deste artigo, a ANS poderá autorizá-lo a requerer a falência ou insolvência civil da operadora.<br />§ 4o A distribuição do requerimento produzirá imediatamente os seguintes efeitos:<br />I &#8211; a manutenção da suspensão dos prazos judiciais em relação à massa liquidanda;<br />II &#8211; a suspensão dos procedimentos administrativos de liquidação extrajudicial, salvo os relativos à guarda e à proteção dos bens e imóveis da massa;<br />III &#8211; a manutenção da indisponibilidade dos bens dos administradores, gerentes, conselheiros e assemelhados, até posterior determinação judicial; e<br />IV &#8211; prevenção do juízo que emitir o primeiro despacho em relação ao pedido de conversão do regime.<br />§ 5o A ANS, no caso previsto no inciso II do § 1o deste artigo, poderá, no período compreendido entre a distribuição do requerimento e a decretação da falência ou insolvência civil, apoiar a proteção dos bens móveis e imóveis da massa liquidanda.<br />§ 6o O liquidante enviará ao juízo prevento o rol das ações judiciais em curso cujo andamento ficará suspenso até que o juiz competente nomeie o síndico da massa falida ou o liquidante da massa insolvente.<br />Art. 24. Sempre que detectadas nas operadoras sujeitas à disciplina desta Lei insuficiência das garantias do equilíbrio financeiro, anormalidades econômico-financeiras ou administrativas graves que coloquem em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à saúde, a ANS poderá determinar a alienação da carteira, o regime de direção fiscal ou técnica, por prazo não superior a trezentos e sessenta e cinco dias, ou a liquidação extrajudicial, conforme a gravidade do caso.<br />§ 1o O descumprimento das determinações do diretor-fiscal ou técnico, e do liquidante, por dirigentes, administradores, conselheiros ou empregados da operadora de planos privados de assistência à saúde acarretará o imediato afastamento do infrator, por decisão da ANS, sem prejuízo das sanções penais cabíveis, assegurado o direito ao contraditório, sem que isto implique efeito suspensivo da decisão administrativa que determinou o afastamento.<br />§ 2o A ANS, ex officio ou por recomendação do diretor técnico ou fiscal ou do liquidante, poderá, em ato administrativo devidamente motivado, determinar o afastamento dos diretores, administradores, gerentes e membros do conselho fiscal da operadora sob regime de direção ou em liquidação.<br />§ 3o No prazo que lhe for designado, o diretor-fiscal ou técnico procederá à análise da organização administrativa e da situação econômico-financeira da operadora, bem assim da qualidade do atendimento aos consumidores, e proporá à ANS as medidas cabíveis.<br />§ 4o O diretor-fiscal ou técnico poderá propor a transformação do regime de direção em liquidação extrajudicial.<br />§ 5o A ANS promoverá, no prazo máximo de noventa dias, a alienação da carteira das operadoras de planos privados de assistência à saúde, no caso de não surtirem efeito as medidas por ela determinadas para sanar as irregularidades ou nas situações que impliquem risco para os consumidores participantes da carteira.<br />Art. 24-A. Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde em regime de direção fiscal ou liquidação extrajudicial, independentemente da natureza jurídica da operadora, ficarão com todos os seus bens indisponíveis, não podendo, por qualquer forma, direta ou indireta, aliená-los ou onerá-los, até apuração e liquidação final de suas responsabilidades.<br />§ 1o A indisponibilidade prevista neste artigo decorre do ato que decretar a direção fiscal ou a liquidação extrajudicial e atinge a todos aqueles que tenham estado no exercício das funções nos doze meses anteriores ao mesmo ato.<br />§ 2o Na hipótese de regime de direção fiscal, a indisponibilidade de bens a que se refere o caput deste artigo poderá não alcançar os bens dos administradores, por deliberação expressa da Diretoria Colegiada da ANS.<br />§ 3o A ANS, ex officio ou por recomendação do diretor fiscal ou do liquidante, poderá estender a indisponibilidade prevista neste artigo:<br />I &#8211; aos bens de gerentes, conselheiros e aos de todos aqueles que tenham concorrido, no período previsto no § 1o, para a decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial;<br />II &#8211; aos bens adquiridos, a qualquer título, por terceiros, no período previsto no § 1o, das pessoas referidas no inciso I, desde que configurada fraude na transferência.<br />§ 4o Não se incluem nas disposições deste artigo os bens considerados inalienáveis ou impenhoráveis pela legislação em vigor.<br />§ 5o A indisponibilidade também não alcança os bens objeto de contrato de alienação, de promessa de compra e venda, de cessão ou promessa de cessão de direitos, desde que os respectivos instrumentos tenham sido levados ao competente registro público, anteriormente à data da decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial.<br />§ 6o Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde respondem solidariamente pelas obrigações por eles assumidas durante sua gestão até o montante dos prejuízos causados, independentemente do nexo de causalidade.<br />Art. 24-B. A Diretoria Colegiada definirá as atribuições e competências do diretor técnico, diretor fiscal e do responsável pela alienação de carteira, podendo ampliá-las, se necessário.<br />Art. 24-C. Os créditos decorrentes da prestação de serviços de assistência privada à saúde preferem a todos os demais, exceto os de natureza trabalhista e tributários.<br />Art. 24-D. Aplica-se à liquidação extrajudicial das operadoras de planos privados de assistência à saúde e ao disposto nos arts. 24-A e 35-I, no que couber com os preceitos desta Lei, o disposto na Lei no 6.024, de 13 de março de 1974, no Decreto-Lei no 7.661, de 21 de junho de 1945, no Decreto-Lei no 41, de 18 de novembro de 1966, e no Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, conforme o que dispuser a ANS.<br />Art. 25. As infrações dos dispositivos desta Lei e de seus regulamentos, bem como aos dispositivos dos contratos firmados, a qualquer tempo, entre operadoras e usuários de planos privados de assistência à saúde, sujeitam a operadora dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, seus administradores, membros de conselhos administrativos, deliberativos, consultivos, fiscais e assemelhados às seguintes penalidades, sem prejuízo de outras estabelecidas na legislação vigente:<br />I &#8211; advertência;<br />II &#8211; multa pecuniária;<br />III &#8211; suspensão do exercício do cargo;<br />IV &#8211; inabilitação temporária para exercício de cargos em operadoras de planos de assistência à saúde;<br />V &#8211; inabilitação permanente para exercício de cargos de direção ou em conselhos das operadoras a que se refere esta Lei, bem como em entidades de previdência privada, sociedades seguradoras, corretoras de seguros e instituições financeiras.<br />VI &#8211; cancelamento da autorização de funcionamento e alienação da carteira da operadora.<br />Art. 26. Os administradores e membros dos conselhos administrativos, deliberativos, consultivos, fiscais e assemelhados das operadoras de que trata esta Lei respondem solidariamente pelos prejuízos causados a terceiros, inclusive aos acionistas, cotistas, cooperados e consumidores de planos privados de assistência à saúde, conforme o caso, em conseqüência do descumprimento de leis, normas e instruções referentes às operações previstas na legislação e, em especial, pela falta de constituição e cobertura das garantias obrigatórias.<br />Art. 27. A multa de que trata o art. 25 será fixada e aplicada pela ANS no âmbito de suas atribuições, com valor não inferior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou prestadora de serviço e a gravidade da infração, ressalvado o disposto no § 6o do art. 19.<br />Parágrafo único. Revogado<br />Art. 28. Revogado<br />Art. 29. As infrações serão apuradas mediante processo administrativo que tenha por base o auto de infração, a representação ou a denúncia positiva dos fatos irregulares, cabendo à ANS dispor sobre normas para instauração, recursos e seus efeitos, instâncias e prazos.<br />§ 1º O processo administrativo, antes de aplicada a penalidade, poderá, a título excepcional, ser suspenso, pela ANS, se a operadora ou prestadora de serviço assinar termo de compromisso de ajuste de conduta, perante a diretoria colegiada, que terá eficácia de título executivo extrajudicial, obrigando-se a:<br />I &#8211; cessar a prática de atividades ou atos objetos da apuração; e<br />II &#8211; corrigir as irregularidades, inclusive indenizando os prejuízos delas decorrentes.<br />§ 2o O termo de compromisso de ajuste de conduta conterá, necessariamente, as seguintes cláusulas:<br />I &#8211; obrigações do compromissário de fazer cessar a prática objeto da apuração, no prazo estabelecido;<br />II &#8211; valor da multa a ser imposta no caso de descumprimento, não inferior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou da prestadora de serviço.<br />§ 3o A assinatura do termo de compromisso de ajuste de conduta não importa confissão do compromissário quanto à matéria de fato, nem reconhecimento de ilicitude da conduta em apuração.<br />§ 4o O descumprimento do termo de compromisso de ajuste de conduta, sem prejuízo da aplicação da multa a que se refere o inciso II do § 2o, acarreta a revogação da suspensão do processo.<br />§ 5o Cumpridas as obrigações assumidas no termo de compromisso de ajuste de conduta, será extinto o processo.<br />§ 6o Suspende-se a prescrição durante a vigência do termo de compromisso de ajuste de conduta.<br />§ 7o Não poderá ser firmado termo de compromisso de ajuste de conduta quando tiver havido descumprimento de outro termo de compromisso de ajuste de conduta nos termos desta Lei, dentro do prazo de dois anos.<br />§ 8o O termo de compromisso de ajuste de conduta deverá ser publicado no Diário Oficial da União.<br />§ 9o A ANS regulamentará a aplicação do disposto nos §§ 1o a 7o deste artigo.<br />Art. 29-A. A ANS poderá celebrar com as operadoras termo de compromisso, quando houver interesse na implementação de práticas que consistam em vantagens para os consumidores, com vistas a assegurar a manutenção da qualidade dos serviços de assistência à saúde.<br />§ 1o O termo de compromisso referido no caput não poderá implicar restrição de direitos do usuário.<br />§ 2o Na definição do termo de que trata este artigo serão considerados os critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços a serem oferecidos pelas operadoras.<br />§ 3o O descumprimento injustificado do termo de compromisso poderá importar na aplicação da penalidade de multa a que se refere o inciso II, § 2o, do art. 29 desta Lei.<br />Art. 30. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, em decorrência de vínculo empregatício, no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa, é assegurado o direito de manter sua condição de beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral.<br />§ 1o O período de manutenção da condição de beneficiário a que se refere o caput será de um terço do tempo de permanência nos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o, ou sucessores, com um mínimo assegurado de seis meses e um máximo de vinte e quatro meses.<br />§ 2o A manutenção de que trata este artigo é extensiva, obrigatoriamente, a todo o grupo familiar inscrito quando da vigência do contrato de trabalho.<br />§ 3o Em caso de morte do titular, o direito de permanência é assegurado aos dependentes cobertos pelo plano ou seguro privado coletivo de assistência à saúde, nos termos do disposto neste artigo.<br />§ 4o O direito assegurado neste artigo não exclui vantagens obtidas pelos empregados decorrentes de negociações coletivas de trabalho.<br />§ 5o A condição prevista no caput deste artigo deixará de existir quando da admissão do consumidor titular em novo emprego.<br />§ 6o Nos planos coletivos custeados integralmente pela empresa, não é considerada contribuição a co-participação do consumidor, única e exclusivamente, em procedimentos, como fator de moderação, na utilização dos serviços de assistência médica ou hospitalar.<br />Art. 31. Ao aposentado que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, em decorrência de vínculo empregatício, pelo prazo mínimo de dez anos, é assegurado o direito de manutenção como beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral.<br />§ 1o Ao aposentado que contribuir para planos coletivos de assistência à saúde por período inferior ao estabelecido no caput é assegurado o direito de manutenção como beneficiário, à razão de um ano para cada ano de contribuição, desde que assuma o pagamento integral do mesmo.<br />§ 2o Para gozo do direito assegurado neste artigo, observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos §§ 2o, 3o, 4o, 5o e 6o do art. 30.<br />Art. 32. Serão ressarcidos pelas operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, de acordo com normas a serem definidas pela ANS, os serviços de atendimento à saúde previstos nos respectivos contratos, prestados a seus consumidores e respectivos dependentes, em instituições públicas ou privadas, conveniadas ou contratadas, integrantes do Sistema Único de Saúde &#8211; SUS.<br />§ 1o O ressarcimento a que se refere o caput será efetuado pelas operadoras à entidade prestadora de serviços, quando esta possuir personalidade jurídica própria, e ao SUS, mediante tabela de procedimentos a ser aprovada pela ANS.<br />§ 2o Para a efetivação do ressarcimento, a ANS disponibilizará às operadoras a discriminação dos procedimentos realizados para cada consumidor.<br />§ 3o A operadora efetuará o ressarcimento até o décimo quinto dia após a apresentação da cobrança pela ANS, creditando os valores correspondentes à entidade prestadora ou ao respectivo fundo de saúde, conforme o caso.<br />§ 4o O ressarcimento não efetuado no prazo previsto no § 3o será cobrado com os seguintes acréscimos:<br />I &#8211; juros de mora contados do mês seguinte ao do vencimento, à razão de um por cento ao mês ou fração;<br />II &#8211; multa de mora de dez por cento.<br />§ 5o Os valores não recolhidos no prazo previsto no § 3o serão inscritos em dívida ativa da ANS, a qual compete a cobrança judicial dos respectivos créditos.<br />§ 6o O produto da arrecadação dos juros e da multa de mora serão revertidos ao Fundo Nacional de Saúde.<br />§ 7o A ANS fixará normas aplicáveis ao processo de glosa ou impugnação dos procedimentos encaminhados, conforme previsto no § 2o deste artigo.<br />§ 8o Os valores a serem ressarcidos não serão inferiores aos praticados pelo SUS e nem superiores aos praticados pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei.<br />Art. 33. Havendo indisponibilidade de leito hospitalar nos estabelecimentos próprios ou credenciados pelo plano, é garantido ao consumidor o acesso à acomodação, em nível superior, sem ônus adicional.<br />Art. 34. As pessoas jurídicas que executam outras atividades além das abrangidas por esta Lei deverão, na forma e no prazo definidos pela ANS, constituir pessoas jurídicas independentes, com ou sem fins lucrativos, especificamente para operar planos privados de assistência à saúde, na forma da legislação em vigor e em especial desta Lei e de seus regulamentos.<br />Art. 35. Aplicam-se as disposições desta Lei a todos os contratos celebrados a partir de sua vigência, assegurada aos consumidores com contratos anteriores, bem como àqueles com contratos celebrados entre 2 de setembro de 1998 e 1o de janeiro de 1999, a possibilidade de optar pela adaptação ao sistema previsto nesta Lei.<br />§ 1o Sem prejuízo do disposto no art. 35-E, a adaptação dos contratos de que trata este artigo deverá ser formalizada em termo próprio, assinado pelos contratantes, de acordo com as normas a serem definidas pela ANS.<br />§ 2o Quando a adaptação dos contratos incluir aumento de contraprestação pecuniária, a composição da base de cálculo deverá ficar restrita aos itens correspondentes ao aumento de cobertura, e ficará disponível para verificação pela ANS, que poderá determinar sua alteração quando o novo valor não estiver devidamente justificado.<br />§ 3o A adaptação dos contratos não implica nova contagem dos períodos de carência e dos prazos de aquisição dos benefícios previstos nos arts. 30 e 31 desta Lei, observados, quanto aos últimos, os limites de cobertura previstos no contrato original.<br />§ 4o Nenhum contrato poderá ser adaptado por decisão unilateral da empresa operadora.<br />§ 5o A manutenção dos contratos originais pelos consumidores não-optantes tem caráter personalíssimo, devendo ser garantida somente ao titular e a seus dependentes já inscritos, permitida inclusão apenas de novo cônjuge e filhos, e vedada a transferência da sua titularidade, sob qualquer pretexto, a terceiros.<br />§ 6o Os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, contratados até 1o de janeiro de 1999, deverão permanecer em operação, por tempo indeterminado, apenas para os consumidores que não optarem pela adaptação às novas regras, sendo considerados extintos para fim de comercialização.<br />§ 7o Às pessoas jurídicas contratantes de planos coletivos, não-optantes pela adaptação prevista neste artigo, fica assegurada a manutenção dos contratos originais, nas coberturas assistenciais neles pactuadas.<br />§ 8o A ANS definirá em norma própria os procedimentos formais que deverão ser adotados pelas empresas para a adatação dos contratos de que trata este artigo.<br />Art. 35-A. Fica criado o Conselho de Saúde Suplementar &#8211; CONSU, órgão colegiado integrante da estrutura regimental do Ministério da Saúde, com competência para:<br />I &#8211; estabelecer e supervisionar a execução de políticas e diretrizes gerais do setor de saúde suplementar;<br />II &#8211; aprovar o contrato de gestão da ANS;<br />III &#8211; supervisionar e acompanhar as ações e o funcionamento da ANS;<br />IV &#8211; fixar diretrizes gerais para implementação no setor de saúde suplementar sobre:<br />a) aspectos econômico-financeiros;<br />b) normas de contabilidade, atuariais e estatísticas;<br />c) parâmetros quanto ao capital e ao patrimônio líquido mínimos, bem assim quanto às formas de sua subscrição e realização quando se tratar de sociedade anônima;<br />d) critérios de constituição de garantias de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro, consistentes em bens, móveis ou imóveis, ou fundos especiais ou seguros garantidores;<br />e) criação de fundo, contratação de seguro garantidor ou outros instrumentos que julgar adequados, com o objetivo de proteger o consumidor de planos privados de assistência à saúde em caso de insolvência de empresas operadoras;<br />V &#8211; deliberar sobre a criação de câmaras técnicas, de caráter consultivo, de forma a subsidiar suas decisões.<br />Parágrafo único. A ANS fixará as normas sobre as matérias previstas no inciso IV deste artigo, devendo adequá-las, se necessário, quando houver diretrizes gerais estabelecidas pelo CONSU.<br />Art. 35-B. O CONSU será integrado pelos seguintes Ministros de Estado: (Redação dada pelo Decreto nº 4.044, de 6.12.2001)<br />I &#8211; da Justiça, que o presidirá;<br />II &#8211; da Saúde;<br />III &#8211; da Fazenda; e<br />IV &#8211; do Planejamento, Orçamento e Gestão.<br />§ 1o O Conselho deliberará mediante resoluções, por maioria de votos, cabendo ao Presidente a prerrogativa de deliberar nos casos de urgência e relevante interesse, ad referendum dos demais membros.<br />§ 2o Quando deliberar ad referendum do Conselho, o Presidente submeterá a decisão ao Colegiado na primeira reunião que se seguir àquela deliberação.<br />§ 3o O Presidente do Conselho poderá convidar Ministros de Estado, bem assim outros representantes de órgãos públicos, para participar das reuniões, não lhes sendo permitido o direito de voto.<br />§ 4o O Conselho reunir-se-á sempre que for convocado por seu Presidente.<br />§ 5o O regimento interno do CONSU será aprovado por decreto do Presidente da República.<br />§ 6o As atividades de apoio administrativo ao CONSU serão prestadas pela ANS.<br />§ 7o O Presidente da ANS participará, na qualidade de Secretário, das reuniões do CONSU.<br />Art. 35-C. É obrigatória a cobertura do atendimento nos casos:<br />I &#8211; de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente; e<br />II &#8211; de urgência, assim entendidos os resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.<br />Parágrafo único. A ANS fará publicar normas regulamentares para o disposto neste artigo, observados os termos de adaptação previstos no art. 35.<br />Art. 35-D. As multas a serem aplicadas pela ANS em decorrência da competência fiscalizadora e normativa estabelecida nesta Lei e em seus regulamentos serão recolhidas à conta daquela Agência, até o limite de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por infração, ressalvado o disposto no § 6o do art. 19 desta Lei.<br />Art. 35-E. A partir de 5 de junho de 1998, fica estabelecido para os contratos celebrados anteriormente à data de vigência desta Lei que:<br />I &#8211; qualquer variação na contraprestação pecuniária para consumidores com mais de sessenta anos de idade estará sujeita à autorização prévia da ANS;<br />II &#8211; a alegação de doença ou lesão preexistente estará sujeita à prévia regulamentação da matéria pela ANS;<br />III &#8211; é vedada a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato individual ou familiar de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei por parte da operadora, salvo o disposto no inciso II do parágrafo único do art. 13 desta Lei;<br />IV &#8211; é vedada a interrupção de internação hospitalar em leito clínico, cirúrgico ou em centro de terapia intensiva ou similar, salvo a critério do médico assistente.<br />§ 1o Os contratos anteriores à vigência desta Lei, que estabeleçam reajuste por mudança de faixa etária com idade inicial em sessenta anos ou mais, deverão ser adaptados, até 31 de outubro de 1999, para repactuação da cláusula de reajuste, observadas as seguintes disposições:<br />I &#8211; a repactuação será garantida aos consumidores de que trata o parágrafo único do art. 15, para as mudanças de faixa etária ocorridas após a vigência desta Lei, e limitar-se-á à diluição da aplicação do reajuste anteriormente previsto, em reajustes parciais anuais, com adoção de percentual fixo que, aplicado a cada ano, permita atingir o reajuste integral no início do último ano da faixa etária considerada;<br />II &#8211; para aplicação da fórmula de diluição, consideram-se de dez anos as faixas etárias que tenham sido estipuladas sem limite superior;<br />III &#8211; a nova cláusula, contendo a fórmula de aplicação do reajuste, deverá ser encaminhada aos consumidores, juntamente com o boleto ou título de cobrança, com a demonstração do valor originalmente contratado, do valor repactuado e do percentual de reajuste anual fixo, esclarecendo, ainda, que o seu pagamento formalizará esta repactuação;<br />IV &#8211; a cláusula original de reajuste deverá ter sido previamente submetida à ANS;<br />V &#8211; na falta de aprovação prévia, a operadora, para que possa aplicar reajuste por faixa etária a consumidores com sessenta anos ou mais de idade e dez anos ou mais de contrato, deverá submeter à ANS as condições contratuais acompanhadas de nota técnica, para, uma vez aprovada a cláusula e o percentual de reajuste, adotar a diluição prevista neste parágrafo.<br />§ 2o Nos contratos individuais de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, independentemente da data de sua celebração, a aplicação de cláusula de reajuste das contraprestações pecuniárias dependerá de prévia aprovação da ANS.<br />§ 3o O disposto no art. 35 desta Lei aplica-se sem prejuízo do estabelecido neste artigo.<br />Art. 35-F. A assistência a que alude o art. 1o desta Lei compreende todas as ações necessárias à prevenção da doença e à recuperação, manutenção e reabilitação da saúde, observados os termos desta Lei e do contrato firmado entre as partes.<br />Art. 35-G. Aplicam-se subsidiariamente aos contratos entre usuários e operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei as disposições da Lei no 8.078, de 1990.<br />Art. 35-H. Os expedientes que até esta data foram protocolizados na SUSEP pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei e que forem encaminhados à ANS em conseqüência desta Lei, deverão estar acompanhados de parecer conclusivo daquela Autarquia.<br />Art. 35-I. Responderão subsidiariamente pelos direitos contratuais e legais dos consumidores, prestadores de serviço e fornecedores, além dos débitos fiscais e trabalhistas, os bens pessoais dos diretores, administradores, gerentes e membros de conselhos da operadora de plano privado de assistência à saúde, independentemente da sua natureza jurídica.<br />Art. 35-J. O diretor técnico ou fiscal ou o liquidante são obrigados a manter sigilo relativo às informações da operadora às quais tiverem acesso em razão do exercício do encargo, sob pena de incorrer em improbidade administrativa, sem prejuízo das responsabilidades civis e penais.<br />Art. 35-L. Os bens garantidores das provisões técnicas, fundos e provisões deverão ser registrados na ANS e não poderão ser alienados, prometidos a alienar ou, de qualquer forma, gravados sem prévia e expressa autorização, sendo nulas, de pleno direito, as alienações realizadas ou os gravames constituídos com violação deste artigo.<br />Parágrafo único. Quando a garantia recair em bem imóvel, será obrigatoriamente inscrita no competente Cartório do Registro Geral de Imóveis, mediante requerimento firmado pela operadora de plano de assistência à saúde e pela ANS.<br />Art. 35-M. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei poderão celebrar contratos de resseguro junto às empresas devidamente autorizadas a operar em tal atividade, conforme estabelecido na Lei no 9.932, de 20 de dezembro de 1999, e regulamentações posteriores.<br />Art. 36. Esta Lei entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação.<br />Brasília, 3 de junho de 1998; 177o da Independência e 110o da República.<br />FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Renan Calheiros Pedro Malan Waldeck Ornélas José Serra</p>
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		<title>Declaração de Saúde garante direitos de consumidores de planos de saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 11:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Declaração de Saúde garante direitos de consumidores de planos de saúdeA Declaração de Saúde, a ser preenchida pelo consumidor, quando solicitado pela operadora, no momento da contratação de um plano de saúde, foi regulamentada pela ANS &#8211; Agência Nacional de Saúde Suplementar. O formulário registrará informações das eventuais doenças ou lesões preexistentes, que são consideradas &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/declaracao-de-saude-garante-direitos-de-consumidores-de-planos-de-saude/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Declaração de Saúde garante direitos de consumidores de planos de saúdeA Declaração de Saúde, a ser preenchida pelo consumidor, quando solicitado pela operadora, no momento da contratação de um plano de saúde, foi regulamentada pela ANS &#8211; Agência Nacional de Saúde Suplementar. O formulário registrará informações das eventuais doenças ou lesões preexistentes, que são consideradas aquelas que o consumidor e os seus dependentes sabem possuir no momento da assinatura do contrato. Assim, estarão assegurados definitivamente os direitos dos beneficiários do plano aos procedimentos de alta complexidade, eventos cirúrgicos e internações em UTIs, que não são vinculados às doenças ou lesões então declaradas.A Resolução Normativa (RN 20) da ANS dita as normas para a elaboração de um formulário de Declaração de Saúde que, a partir de 15 de abril de 2003, todas as operadoras terão de apresentar ao consumidor para preenchimento no ato da contratação de seu plano de saúde.</p>
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		<title>Advogado atesta falência da saúde</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 21:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[‘‘Retirar a cooperativa, voltar a ser o que era antes, apostar num sistema de saúde falido não resolve’’. Esta é a opinião do especialista em direito de cooperativas e assessor jurídico da Federação Brasileira das Cooperativas de Anestesiologistas, o advogado Guilherme Krueger sobre a atuação dos Ministérios Públicos Federal (MPF/RN), do Trabalho e Estadual que &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/advogado-atesta-falencia-da-saude/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>‘‘Retirar a cooperativa, voltar a ser o que era antes, apostar num sistema de saúde falido não resolve’’. Esta é a opinião do especialista em direito de cooperativas e assessor jurídico da Federação Brasileira das Cooperativas de Anestesiologistas, o advogado Guilherme Krueger sobre a atuação dos Ministérios Públicos Federal (MPF/RN), do Trabalho e Estadual que ingressaram com ação civil pública visando a dissolução judicial da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas do RN (Coopanest). O especialista está em Natal para ajudar na elaboração da defesa da cooperativa.‘‘Se os médicos geraram um novo vetor e esse vetor é o da cooperação &#8211; que costuma ser positiva e é um valor constitucional -, claro que devemos identificar situações abusivas, mas não simplesmente dizer que a existência da cooperativa por si só, gera um abuso e que ela deva ser liquidada’’, declarou.De acordo com o especialista, esse não é o primeiro caso de conflitos com cooperativas de especialidades médicas. ‘‘Já aconteceu em outros estados e a gente pode enxergar esse fenômeno &#8211; vamos colocar assim -, em duas óticas. Existe uma questão estrutural, que eu diria que é um problema evidenciado em países de cultura ocidental. O problema é que nós estamos tendo o encarecimento da saúde, ao mesmo tempo que a remuneração do médico está declinante. Isso porque você tem um tratamento cada vez mais caro em função da farmacopéia &#8211; da indústria farmacêutica -, e em função dos exames, da tecnologia que a saúde hoje exige. Essa lógica de mecanização de tecnicismo, e de química na saúde está gerando uma equação que não tem muita solução. Porque ou fica muito caro para o consumidor, ou a indústria diminuiu suas margens de lucro, ou os médicos passam a receber menos. Tem um declínio da sua renda’’, afirmou.Krueger declarou ainda que as cooperativas de médicos se organizam para se inserirem neste problema e disse que isso acontece em praticamente todos os países da Europa. ‘‘Essa discussão envolvendo cooperativas médicas já é bastante conhecida. Inclusive em termos de concorrência. Em termos dessa discussão que é colocada aqui pelo Ministério Público’’, disse o especialista.No que se refere à denúncia de cartelização, Krueger afirmou que não é vê dessa forma. ‘‘A organização de cooperativas por médicos, nesse contexto é considerado Poder Compensatório. Na medida em que você está tendo um mercado imperfeito da saúde, um mercado que é controlado por grandes grupos de medicina &#8211; que são as grandes seguradoras e operadoras de plano de saúde. É o que a gente chama de oligopsônio. Normalmente a gente só pensa no oligopólio, que consiste em poucos ofertantes para um grande número de demandantes. O oligopsônio, é o contrário, é quando você tem muitos ofertantes e poucos que absorvem aquilo. Um caso clássico acontece com a agricultura, onde você tem muitos agricultores e poucas indústrias alimentícias absorvendo’’, explicou.De acordo com o advogado, a medicina é vista como um caso típico na sociedade ocidental de oligopsônio. ‘‘Você tem muitos médicos e poucas pessoas que contratam esses médicos, porque o número de pessoas que contratam individualmente é muito restrito. As pessoas não podem pagar pela medicina a não ser por intermédio de uma seguradora, plano de saúde. Então você tem um afunilamento da contratação dos médicos. Então para compensar esse mercado, que resulta na queda da remuneração e na qualidade de vida do médico, são organizadas as cooperativas. Então, a priore, a cooperativa é considerada positiva’’, declarou.Quando questionado sobre a denúncia do Ministério Público contra a Coopanest, o advogado declarou que as cooperativas buscam um reequilíbrio entre as relações entre o médico e as grandes operadoras de medicina. O que não pode acontecer, segundo ele &#8211; e que vem sendo discutido no Fórum do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que é o órgão que julga problemas de abuso de concorrência &#8211; é que a organização da cooperativa ultrapasse o ponto e inverta a polaridade do equilíbrio. ‘‘De qualquer maneira, qualquer que seja a circunstância, qualquer que seja a solução dessa disputa, o efeito ao consumidor deve ser minimizado. Para isso é que existem os órgãos de regulamentação da concorrência, que anda muito próximo da defesa do consumidor. Ele é sensível à noção de que o consumidor, sobretudo, se considerando saúde que é um bem essencial, não pode ser prejudicado’’, afirmou.Na opinião do especialista, essa é uma discussão que ainda está aberta e em busca de soluções. ‘‘Naturalmente cada país tem a sua contextualização e a sua necessidade de encontrar uma solução, de acordo com a sua realidade. No caso do Brasil a gente tem uma situação agravante, que é a situação de um crônico estado precário da saúde pública. E isso gera uma característica que talvez potencialize essa situação toda, porque o estado passa a ser também &#8211; sob o ponto de vista econômico -, um demandante’’, declarou.De acordo com Krueger, as cooperativas são uma reação a esta situação. ‘‘Ela não é causa de nada. Ela é reação dos médicos na busca de um posicionamento com relação a essa situação crônica que chega a ser no Brasil um paradoxismo’’, afirmou o especilista que usou como exemplo a peça do Ministério Público. ‘‘Uma das evidências que o Ministério Público quer trazer para nos convencer que a cooperativa pratica algo abusivo, é o seguinte: uma intervenção para ovário valia R$ 48 pelo SUS e quando a cooperativa entrou o preço foi para R$ 200. Então o Ministério Público diz que a cooperativa é abusiva, que quebra o SUS porque teve um aumento de 400%. Só que ele não está levando em consideração o valor do trabalho médico. Ele está falando apenas de quanto vale o ovário da mulher. O MP não teve a sensibilidade de perceber que a situação é essa.O advogado declarou estar confiante de que os procuradores do Ministério Público estão cientes do seu papel republicano. ‘‘Pelo que eu soube, em diversas oportunidades em que o conflito entre os médicos e o sistema de saúde estava acirrado, com paralisações, o MP interviu e através de acordos conseguiu superar esses momentos críticos. Ainda que haja uma ação civil pública, espero que ela consiga encontrar soluções, &#8211; mesmo sabendo que não vai se resolver de uma vez, porque o problema de saúde pública no Brasil é muito complexo -, mas que consiga minimizar os impactos mais nefastos de um problema que a cooperativa não é a culpada’’, concluiu. JUSSARA CORREIADA EQUIPE DE O POTI</p>
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		<title>A AMIL NÃO PODERÁ REAJUSTAR AUTOMÁTICAMENTE PLANOS DE IDOSOS</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 12:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Amil não poderá reajustar plano se saúde automáticamente para idosos.A cláusula dos contratos da operadora que previa isto acaba de ser considerada anulada pela 12ª Vara Cível de São Paulo.A 12ª Vara Cível de São Paulo acaba de declarar nula a cláusula de contratos da Amil, que prevê o reajuste automático dos planos de &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/a-amil-nao-podera-reajustar-automaticamente-planos-de-idosos/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Amil não poderá reajustar plano se saúde automáticamente para idosos.<br />A cláusula dos contratos da operadora que previa isto acaba de ser considerada anulada pela 12ª Vara Cível de São Paulo.<br />A 12ª Vara Cível de São Paulo acaba de declarar nula a cláusula de contratos da Amil, que prevê o reajuste automático dos planos de saúde para os segurados a partir dos 60 anos.<br />De acordo com a decisão, a multa diária para o caso de manutenção dos aumentos foi estipulada em R$ 50 mil. A Amil também deverá ressarcir aos <a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw14986604951725(event, this, '1776493976'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="CURSOR: hand; COLOR: #006600; BORDER-BOTTOM: 1px dotted; TEXT-DECORATION: underline" onclick="hwClick14986604951725(1776493976);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=51803#">clientes</a> os valores pagos a mais desde 1° de outubro de 2003, data da promulgação da Lei 10.741, que criou o estatuto dos idosos. O principal argumento utilizado para a decisão foi que o reajuste automático fere o principio da não discriminação das pessoas com mais de 60 anos.</p>
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		<title>Atendimento no Hospital São Luiz Analia Franco</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 11:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabemos que o hospital São Luiz é um dos mais solicitados em São Paulo sua nova unidade no Jardim Analia Franco oferece atendimento para os seguintes planos de saúde: - Medial à partir do plano Premium 840- Unimed Paulistana à partir do plano Supremo- Serma Vip Class ( que é o plano top da Serma)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que o hospital São Luiz é um dos mais solicitados em São Paulo sua nova unidade no Jardim Analia Franco oferece atendimento para os seguintes planos de saúde:</p>
<p>- Medial à partir do plano Premium 840<br />- Unimed Paulistana à partir do plano Supremo<br />- Serma Vip Class ( que é o plano top da Serma)</p>
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		<title>Principal diferença entra plano de saúde PME e plano de saúde individual</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 12:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Baffini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A principal diferença entre estes planos é a forma de reajuste das mensalidades no PF além do aumento por faixa de idades comum aos dois modelos temos o reajuste anual regulamentado e estipulado pela ANS (agência nacional de saúde) enquanto que nos planos PME esse reajuste e de acordo com o indice de sinistralidade do &#8230; </p><p><a class="more-link block-button" href="http://planosaude.biz/principal-diferenca-entra-plano-de-saude-pme-e-plano-de-saude-individual/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A principal diferença entre estes planos é a forma de reajuste das mensalidades no PF além do aumento por faixa de idades comum aos dois modelos temos o reajuste anual regulamentado e estipulado pela ANS (agência nacional de saúde) enquanto que nos planos PME esse reajuste e de acordo com o indice de sinistralidade do grupo ou seja quanto mais usa mais vai aumentar..</p>
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